Pheminina


elisasantos
 
Essa poesia morada, sem muros, abriga;
e entre paredes, liberta. Essa poesia mão
 escreve com rosas, Marias em trajetórias.
 
Deixa no ar uma fragrância de cravo
 e canela da panela, que fumega energia,
à mesa deixa ramos de raiz-forte amarrados...
 
 Com laços de fita rosados, tece enlaces
 em suas rimas e em teares produz renda
 veste da família e con(versa) do uni(verso).


 Essa poesia Eva, enleva, seduz e induz,
faz do paraíso um livro aberto ao mistério do
lirismo "Maior", O  do Ser que reluz por si só.


 
 
Publicado no Recanto das Letras em 27/03/2008
Código do texto: T919597

 

 

 

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