Entre Versos na Poesia

LuliCoutinho

Olhas-me de uma forma quente
Percebo-me diferente
Penetras-me com teu amor.

Tomas-me em teus braços
E em meio a fortes abraços
Nossas peles se amam em torpor.

Um amor vivido em preces
Quando à noite me acalantas
Com teu abraço de concha e calor.

Nossos sonhos se dividem
Mudamente se completam
Entre versos na poesia,
Que hospeda este amor.

Aromas seguem nossos vôos
Com doçura juntam pétalas
No lindo vôo de beijos de amor.

Juntos, tu e eu, amor meu,
Sustentamos nossa fome
Buscando-nos no silêncio da poesia
A nossa única maneira de amar.

Abrindo os olhos para o sonho!



01/08/06


LuliCoutinho
Publicado em 01/08/2006 às 17h30
 
 
 

Entre Versos na Poesia
Entre versos
LuliCoutinho/FranciscoCoimbra


Olhas-me de uma forma quente
como lava saindo dum vulcão
Percebo-me diferente
a palavra pede emoção
Penetras-me com teu amor.
entrar na poesia com o poema


Tomas-me em teus braços
os músculos movem-se
E em meio a fortes abraços
desenhando intumescidas
Nossas peles se amam em torpor.
veias percorrendo os abraços


Um amor vivido em preces
é uma escultura em vida
Quando à noite me acalantas
do sonho brotando quente
Com teu abraço de concha e calor.
como chama lavrando no ar


Nossos sonhos se dividem
na gritante energia solar
Mudamente se completam
regressando ao luar
Entre versos na poesia,
neste lugar oco
Que hospeda este amor.


Aromas seguem nossos voos
vive língua na boca
Com doçura juntam pétalas
tocando o céu
No lindo voo beijos de amor.
nascente


Juntos, tu e eu, amor meu,
escorremos
Sustentamos nossa fome
a imaginação enche
Buscando-nos no silêncio da poesia
para o rio ondear margens
A nossa única maneira de amar.


Abrindo os olhos para o sonho!
o sonho é amar como um mar!


01/08/06
LuliCoutinho
Publicado em 01/08/2006 às 17h30

 

 

Entre versos
FranciscoCoimbra


como lava saindo dum vulcão
a palavra pede emoção
entra na poesia com o poema

os músculos movem-se
desenhando intumescidas
veias percorrendo os abraços

é uma escultura em vida
do sonho brotando quente
como chama lavrando no ar

na gritante energia solar
regressando ao luar
neste lugar oco

vive língua na boca
tocando o céu
nascente

escorremos
a imaginação enche
para o rio ondear margens

o sonho é amar como um mar!

09/03/12
FranciscoCoimbra

Açores - Portugal





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