Os sons do amor
Luli Coutinho

Ele chega de mansinho
Toma conta do teu corpo e arrebata
Penetra nos poros devagarinho
Sem que percebas, já escutas o sininho!

Então, o destino toma um rumo solitário...
O arrulho dos pássaros faz companhia ao descaso
Às insones madrugadas tão intensas e sombrias
Até amanheceres aos nebulosos e desertos olhos de sal

A vida segue assim tão perdida!
Que o valor das lágrimas segue esquecido
Talvez à sina de um amor ausente, desdita?
Trazendo na memória uma visão de ar cativo

Os sons do amor insistem em soar, penetrar e ficar...
A procura de uma fonte de ilusão mesmo imaginária
Onde sombras se abraçam e se abrasam até o pó
Numa inútil andança à loucura dos sons de amar!

São Paulo – SP
12/11/2011
 

Enviado por LuliCoutinho em 12/11/2011
Código do texto: T3332450
 
 
 

Os sons do amor

SONS DE AMOR
Luli Coutinho

Francisco Coimbra

Ele chega de mansinho

Diz as palavras como as sabes (aves)
Toma conta do teu corpo e arrebata

Em voos de azul de todas as cores
Penetra nos poros devagarinho

Descobrindo as bocas beijadas
Sem que percebas, já escutas o sininho!

Trazendo a música para os sentidos!



Então, o destino toma um rumo solitário...

E não há destino para esta chegada…
O arrulho dos pássaros faz companhia ao descaso

A água corre das entranhas da terra
Às insones madrugadas tão intensas e sombrias

Prolonga-se a noite sem sono sonho
Até amanheceres aos nebulosos e desertos olhos de sal

De insónias adormecidas no sonhar


A vida segue assim tão perdida!

Realizo o poema filmando o acaso!
Que o valor das lágrimas segue esquecido

O sorriso desenhará luz madrugada
Talvez à sina de um amor ausente, desdita?

Por conta de mais incertas certezas
Trazendo na memória uma visão de ar cativo

Minha sina assina a beleza da vida


Os sons do amor insistem em soar, penetrar e ficar...

Acordo a pensar no que ficou e vou
A procura de uma fonte de ilusão mesmo imaginária

A voar ver o dia como ele está aqui
Onde sombras se abraçam e se abrasam até o pó

Dizendo ao eu como tod’a’ me sou
Numa inútil andança à loucura dos sons de amar!

Eu ela, eu ele, nós unos nos sons…

São Paulo – SP
12/11/2011

Ponta Delgada

13/11/2011

 

 

  SONS DE AMOR
Francisco Coimbra

 

Diz as palavras como as sabes (aves)
Em voos de azul de todas as cores
Descobrindo as bocas beijadas
Trazendo a música para os sentidos!

 

E não há destino para esta chegada…
A água corre das entranhas da terra
Prolonga-se a noite sem sono sonho
De insónias adormecidas no sonhar

 

Realizo o poema filmando o acaso!
O sorriso desenhará luz madrugada
Por conta de mais incertas certezas
Minha sina assina a beleza da vida

 

Acordo a pensar no que ficou e vou
A voar ver o dia como ele está aqui

Dizendo ao eu como tod’a’ me sou
Eu ela, eu ele, nós unos nos sons…

 

Ponta Delgada

Açores_Portugal

13/11/2011

 


 
 
 
 
 
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Poema & Arte
Auber Fioravante Júnior
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Lovesong
 
 

 

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