SUAVE TELA DESNUDA - ESCREVO NO ECRÃN

Suave Tela Desnuda

Possa eu me eternizar
Ao museu dos teus sonhos
Na partida onde me transponho
Numa tela desnuda e em ti, morar!

A flor estampada em um grito morto
Meus ouvidos cansados ainda ouvir
Um concerto de Mozart, adágio solto
À minha alma exposta, amor colorir!

Caminhos singulares irão seguir
Deitada a seda acariciante provocar
À pele sensível extasiada de ais
Colher teus dedos calmos, beijar!

Em meu sono povoado de beijos
Saúdo os campos de prata raiados
Onde a lua rutila em louvores
Desfaz a tela e se perde ao te amar!
 

Escrevo no ecrã

lendo os teus versos suaves
tendo acesso ao voo do sonhar
onde o humano tem asas de aves
pintando a imaginação com o olhar!

acordo as cores das minhas sensações
deixo ecoar os ecos que quero coar
da música jazz à clássica as emoções
tudo o que encontro desejo explorar!

não há mistério que não dê caminho
às flutuações dum tapete voador
junto o corpo sensível qual cadinho
na alquímica de libertar o amor!

ultrapasso esse portal da realidade
vou para o interior real do poema
procurar dos versos na frontalidade
a entrega mais total a todo o tema!
 
 

Suave Tela Desnuda
Escrevo no ecrã

Possa eu me eternizar
lendo os teus versos suaves
Ao museu dos teus sonhos
tendo acesso ao voo do sonhar
Na partida onde me transponho
onde o humano tem asas de aves
Numa tela desnuda e em ti, morar!
pintando a imaginação com o olhar!

A flor estampada em um grito morto
acordo as cores das minhas sensações
Meus ouvidos cansados ainda ouvir
deixo ecoar os ecos que quero coar
Um concerto de Mozart, adágio solto
da música jazz à clássica as emoções
À minha alma exposta, amor colorir!
tudo o que encontro desejo explorar!

Caminhos singulares irão seguir
não há mistério que não dê caminho
Deitada a seda acariciante provocar
às flutuações dum tapete voador
À pele sensível extasiada de ais
junto o corpo sensível qual cadinho
Colher teus dedos calmos, beijar!
na alquímica de libertar o amor!

Em meu sono povoado de beijos
ultrapasso esse portal da realidade
Saúdo os campos de prata raiados
vou para o interior real do poema
Onde a lua rutila em louvores
procurar dos versos na frontalidade
Desfaz a tela e se perde ao te amar!
a entrega mais total a todo o tema!

São Paulo - SP
Ponta Delgada - Açores
19/01/11
21/01/11
 
 
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Créditos
 
 Arte 
Auber Fioravante Júnior
Musica Wav
Mozart    Clarinet Concerto
 In A Major K 622 Adagio

 

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