TUA VOLTA / VOLTO TEU
  
  LuliCoutinho / FranciscoCoimbra


Tua Volta
LuliCoutinho

Revelas-me o canto dos colibris
Com a tua volta muito esperada
E o meu mundo clama a ser anis
Com doce poesia na madrugada.

Um canto que me faz sentir feliz
Ao mundo dos sonhos, imaculada!
Traz-me tua boca e sempre sorris
Ao deixar-me ser por ela tragada.

Nesta hora me cubro a rubros rubis
Brilhando com tua alma imantada
Recebo-o como um soberano sufi
E ao teu lado sou poetisa coroada.



Tua Volta
Volto teu


Revelas-me o canto dos colibris
Sempre que te procuro no poema
Com a tua volta muito esperada
Encontro-me perante a felicidade
E o meu mundo clama a ser anis
Como se a própria magia do tema
Com doce poesia na madrugada.
Se conceba vida momento e idade


Um canto que me faz sentir feliz
É ver “loucura” pintar pelo rosto
Ao mundo dos sonhos, imaculada!
No entrelace das nossas línguas,
Traz-me tua boca e sempre sorris
Pois sempre a desejo fico exposto
Ao deixar-me ser por ela tragada.
Na mesma língua são nossas luas


Nesta hora me cubro a rubros rubis
Preciosa constelação nas estrelas
Brilhando com tua alma imantada
Encontramo-nos sobre a estrada
Recebo-o como um soberano sufi
Seguindo láctea via em centelhas
E ao teu lado sou poetisa coroada.
Firme momento ter o firmamento!


06/04/08




Volto teu
Francisco Coimbra

Sempre que te procuro no poema
Encontro-me perante a felicidade
Como se a própria magia do tema
Se conceba vida momento e idade

É ver “loucura” pintar pelo rosto
No entrelace das nossas línguas,
Pois sempre a desejo fico exposto
Na mesma língua são nossas luas

Preciosa constelação nas estrelas
Encontramo-nos sobre a estrada
Seguindo láctea via em centelhas
Firme momento ter o firmamento!




AFINIDADE

afino a idade pela afinidade
procurando fazer poesia
sempre afim do fim

onde nem eu nem tu
juntos temos fim

porque tu me continuas…
Assim



MOMENTO IMPAR

(inspiração)
sei que me ouves quando fechas os olhos
– quando inspiro mais fundo
procurando devolver ao mundo
através dos entrefolhos

(ardente)
a luxúria na vertigem
do amor mais sublimemente impensável
capaz de disputar todas as virgens
ardendo-as sem fuligem

(penetrante)
as nossas palavras tocam-nos
e tu és a minha lura e minha lua e nua
deixas-te penetrar onde actua
sem peso este papel

(fruição)
onde represento o poeta na felicidade
imparável de usufruir – Momento Impar



POEMA EXPRESS
um rápido silêncio

Francisco Coimbra
15/07/08

Arte e Formatação: Elisasantos

 

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