Efêmera
 
Luli Coutinho
 

Tão misteriosamente bela
Um dia a rosa pétala do amor
Em outro o espinho fere em dor
 
Noturnamente triste e só
Num dúbio e perigoso jogo
Traz à alma o ardor do fogo
 
E a vida por si efêmera
Um sumo de alegria sorvido
Sucumbe ao amor tê-lo vivido
 
Assim os dias tardam
Como retardam as noites
Que ardem tão sós e tristes
 
Até que seja a rosa da beleza
E a quimera ressurja na certeza
Um novo dia que a solidão se vá
 
 
 
Publicado no Recanto das Letras em 05/05/2010
Código do texto: T2238074
 

 
 
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CREDITOS
 
TUBE
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MISTED
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ARTE E FORMATAÇÃO
ANA RIDZI
 
TUTORIAL
CIDA PRATA
 

 
 
 
 
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