O ADVIR

Ariovaldo Cavarzan
 
No derradeiro instante da bissexta hora,
Ecoarão silêncios de mistérios inauditos,
Enfeitando banquetes de saudades,
Plantadas em searas de coração.
 
Vontades represadas em solidão
Marcarão cadências em bailados de afetos.
Fugazes paixões deitadas no caminho,
Alardearão histórias contadas em cenários de doação.
 
Profetas do Advir intuirão novas rotas de lidas,
Reconfortando almas aos lampejos de um clarão.
 
Além da luz por fim vislumbrada,
Recomeços ensaiarão festivais de segredos
Aos afagos da lua, sob a eterna ordenança do amor,
Na sequência da vida, que nunca irá se acabar.
 
 
Campinas, 1 de julho de 2013
 
 
 
 
 
 
 
Créditos
Top O Quadro
Tubes  ©Corinne Vicaire & ©Dorisa
Paisagem da net sem créditos,
tendo conhecimento darei os devidos
Música   ErnestoCortazar/Eternity
Arte, Criação e Formatação HildaRosa