Decidi
                              Marilda Ternura
              
A vida mostrou-me caminhos turvos.
Tantos tropeços!
Dia virando noite,
noite virando dia.
Tempestades,
nuvens negras nublando minha alegria.
 
Pedras?! Ah, quantas no meu caminhar;
quantas muralhas tive que derrubar;
quantas lágrimas tive que secar.
Tortuosas curvas não me deixavam chegar.
 
Mas quem ou o quê pode um ser forte derrotar?!
Lutar! Lutar sempre foi minha meta.
 
E, num grito de alerta, prometi:
não perder a fé nem a esperança,
lutar com perseverança.
 
E, por amar a vida, decidi:
voltar a sorrir, não mais chorar.
 
Decidi, sobretudo, me amar.
 
 
 
 
Créditos:
Tube Ket
Imagem jpeg - net
 
 
Edição e Arte final
Dea Maia