Mistérios do Versejar...
Nídia Vargas Potsch

 
Iluminada por um sol ardente,
 como se estivesse camuflada,
sinto-me amarrada a novas sensações
nesta manhã ilusória e translúcida...
 
Tenho os pés no chão fincados,
a cabeça nas nuvens a flutuar
quando pego da pena para versejar
dedos bem articulados, desafiados...
 
Meu mundo se abre em leque,
mostrando as diversas possibilidades
Asas me conduzem ao infinito e na dança,
levanto vôo num planar rasante...
 
Há tantas coisas diferentes lá fora
do meu simplório viver.
 Quero ver, quero aprender, entender,
tenho sede, tenho fome de saber, para quê?
 
Cada mistério é mais uma incógnita
a se decifrar ou duvidar...
Não sou pitonisa, nem meu oráculo
aponta as portas de saída... Devo procurá-las...
 
Então, levo meus versos adiante,
extrapolo as simples folhas do papel,
o teclado do computador
e sigo direto para atingir o espírito do leitor...
 
Se consigo ou não é uma outra questão.
Mas, ainda me preocupo
com algumas das infinitas indagações... 
 
 

 


 
@Mensageir@
Rio, 18/08/2013
 
Carinhosamente, Nídia.

 


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ARTE E FORMATAÇÃO SUELYDAM
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